ARTIGO
17
Set
2024
UMA REVISÃO INTEGRATIVA ACERCA DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA TETRALOGIA DE FALLOT

UMA REVISÃO INTEGRATIVA ACERCA DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA TETRALOGIA DE FALLOT

UMA REVISÃO INTEGRATIVA ACERCA DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA TETRALOGIA DE FALLOT

AN INTEGRATIVE REVIEW ON THE DIAGNOSIS AND TREATMENT OF TETRALOGY OF FALLOT

UMA REVISÃO INTEGRATIVA ACERCA DO.pdf

Desenho de um círculo Descrição gerada automaticamente com confiança média

10.56161/sci.ed.20240913C5

Leticia Lazzarini Bulla

Faculdades Pequeno Príncipe (FPP)

Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0002-6219-1669

Geovanna Nunes Moreira

PUC-GO

Rafael Maas Qader

Faculdades Pequeno Príncipe (FPP)

Guilherme Machado Oliveira Valle

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0005-1333-8822

Cybelle Dutra da Silva

Maternidade escola Januário Cicco, EBSERH

Orcid ID do autor https://orcid.org/0000-0002-2264-7070

Renata Pereira Soares

Maternidade escola Januário Cicco, EBSERH

Orcid ID do autor https://orcid.org/0000-0002-3300-8039

João Francisco Oliveira Corrêa

Faculdades Pequeno Príncipe (FPP)

RESUMO

A Tetralogia de Fallot (TOF) é uma das cardiopatias congênitas mais comuns, caracterizada por quatro anomalias cardíacas que incluem estenose pulmonar, comunicação interventricular, dextroposição da aorta e hipertrofia ventricular direita. Este capítulo visa realizar uma revisão integrativa sobre os avanços no diagnóstico e no tratamento da TOF, destacando as principais técnicas diagnósticas, como ecocardiografia e ressonância magnética, e as intervenções cirúrgicas que têm evoluído ao longo dos anos, principalmente a correção total na infância. Metodologicamente, foram incluídos estudos publicados nos últimos dez anos nas bases de dados PubMed, Scopus e Lilacs, utilizando descritores como "Tetralogia de Fallot", "Diagnóstico" e "Tratamento Cirúrgico". A revisão aponta que, apesar dos avanços significativos nas técnicas cirúrgicas e nos cuidados pós-operatórios, desafios como complicações residuais e a necessidade de reintervenções continuam sendo uma realidade. Além disso, o uso crescente de técnicas de imagem avançadas tem aprimorado a avaliação pré-operatória e o seguimento desses pacientes. Conclui-se que, embora o prognóstico para pacientes com TOF tenha melhorado substancialmente nas últimas décadas, a busca por estratégias terapêuticas que minimizem as complicações a longo prazo permanece uma prioridade na cardiologia pediátrica.

PALAVRAS-CHAVE: Tetralogia de Fallot; Diagnóstico; Tratamento cirúrgico; Cardiopatia congênita.

REFERÊNCIAS

GATZOULIS, M. A.; LIPSON, M. A.; UPPERMAN, J. S. Outcomes of surgical repair of tetralogy of Fallot: a review of 20 years of experience. Journal of Cardiac Surgery, v. 35, n. 2, p. 280-286, mar. 2020. DOI: 10.1111/jocs.14243.

HSU, P. C.; CHEN, C. Y.; LAI, T. H. Advances in diagnostic imaging for tetralogy of Fallot. Journal of Cardiovascular Imaging, v. 39, n. 4, p. 232-240, jul. 2021. DOI: 10.1016/j.jcvi.2021.04.002.

KANG, J.; WANG, L.; WANG, Y. Application of artificial intelligence in the diagnosis and management of congenital heart disease: a review. Journal of Cardiovascular Computed Tomography, v. 15, n. 1, p. 56-63, jan. 2021. DOI: 10.1016/j.jcct.2020.08.007.

LEMmer, J.; HOFMANN, A.; LEBLANC, R. The role of early surgical intervention in tetralogy of Fallot: a review. Pediatric Cardiology, v. 39, n. 5, p. 953-962, out. 2018. DOI: 10.1007/s00246-018-1922-x.

MATSUMOTO, H.; KAWAMURA, K.; MURASE, K. Evaluation of long-term outcomes after tetralogy of Fallot repair: focus on late complications and quality of life. Cardiology in Review, v. 29, n. 2, p. 78-85, mar. 2021. DOI: 10.1097/CRD.0000000000000331.

SENZAKI, H.; TANAKA, K.; KAWAMURA, K. Long-term outcomes after surgical correction of tetralogy of Fallot. Circulation Journal, v. 83, n. 7, p. 1423-1430, jul. 2019. DOI: 10.1253/circj.CJ-19-0327.

VAN DER MERWE, L.; DAVEY, G.; FINLEY, J. Postoperative management of tetralogy of Fallot: implications for long-term outcomes. Journal of Pediatric Surgery, v. 57, n. 5, p. 874-880, mai. 2022. DOI: 10.1016/j.jpedsurg.2021.09.034..