ARTIGO
13
Out
2023
TENDÊNCIAS TEMPORAIS DA SÍFILIS CONGÊNITA NO CEARÁ: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO

TENDÊNCIAS TEMPORAIS DA SÍFILIS CONGÊNITA NO CEARÁ: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO

TENDÊNCIAS TEMPORAIS DA SÍFILIS CONGÊNITA NO CEARÁ: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO

TENDÊNCIAS TEMPORAIS DA SÍFILIS.pdf


DOI: 10.56161/sci.ed.20231005c13

Aparecida Cardoso Lima

Universidade Federal do Cariri

Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0007-0697-2504)

Francisco Cardoso Lima

Universidade Federal do Cariri

Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0005-0565-792X)

Igor Maciel Silva

Universidade Federal do Cariri

Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0001-8885-4486)

Maria Cláudia Queiroz de Castro

Universidade Federal do Cariri

Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0000-0468-5973)

Lucas Roberto da Costa Estevam

Universidade Federal do Cariri

Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0001-6431-3909)

Milena Silva Costa

Universidade Federal do Cariri

Orcid ID do autor (https://orcid.org/0000-0003-4094-3903)


RESUMO

O estudo teve como objetivo analisar as tendências temporais da Sífilis Congênita no estado do Ceará, Brasil. Estudo exploratório, retrospectivo, quantitativo, cujo processo metodológico se baseou na análise dos casos de Sífilis Congênita do estado do Ceará, registrados no Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN), no período de 2017 a 2021. A coleta de dados aconteceu em agosto de 2023, utilizando-se de formulário para a identificação das variáveis: casos confirmados segundo ano, sexo da criança com a doença, faixa etária e escolaridade materna, e a Superintendência Regional de Saúde do Ceará que notificou os casos. Os dados foram submetidos a análise descritiva. Os resultados evidenciaram o declínio progressivo dos casos ao longo dos anos. A tendência aconteceu, principalmente, em criança do sexo feminino, filho(a) de mulher jovem, com baixa escolaridade e que residia na capital e nos municípios de sua adjacência. Conclui-se que apesar das reduções dos casos registrados durante os anos estudados, faz-se necessária a continuidade de ações e estratégias assertivas que busquem o controle e a prevenção da Sífilis Congênita.

PALAVRAS-CHAVE: Sífilis Congênita; Epidemiologia; Vigilância em Saúde Pública.

EDITORA SCISAUDE