ARTIGO
22
Abr
2024
SAÚDE E BEM-ESTAR DE IDOSOS: AUTOPERCEPÇÃO DE PARTICIPANTES DO CRAS

SAÚDE E BEM-ESTAR DE IDOSOS: AUTOPERCEPÇÃO DE PARTICIPANTES DO CRAS

SAÚDE E BEM-ESTAR DE IDOSOS: AUTOPERCEPÇÃO DE PARTICIPANTES DO CRAS

SAÚDE E BEM-ESTAR DE IDOSOS.pdf

10.56161/sci.ed.202404166c24

Kessler Pantaleão de Araújo Pereira Quinderé

Centro Universitário Paraíso ? UniFAP

Orcid ID: https://orcid.org/0009-0007-2699-3943

Saulo Anderson Santana Pereira

Faculdade de Medicina Estácio de Juazeiro do Norte.

Orcid ID: https://orcid.org/0009-0007-0487-9381

Kawane Linhares Ribeiro

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará ? IFCE

Orcid ID: https://orcid.org/0009-0007-0354-9727

Déborah Santana Pereira

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará ? IFCE

Orcid ID: https://orcid.org/0000-0002-8377-4874


RESUMO

INTRODUÇÃO. O número de pessoas idosas tem aumentado em todo mundo. A participação destas em atividades sociais e de lazer comunitárias apresentam resultados favoráveis à sua saúde e qualidade de vida. OBJETIVO. Objetiva-se analisar aspectos de saúde física e emocional de pessoas idosas participantes de grupos comunitários do CRAS em Juazeiro do Norte-CE. METODOLOGIA. Trata-se de pesquisa descritiva, transversal, com abordagem quantitativa. Para avaliar os aspectos físicos e sociais utilizou-se como instrumentos um questionário elaborado pelos autores; para avaliar os aspectos subjetivos, utilizou-se a Escala de Autopercepção de bem estar (PAAF-GREPEFI). Os dados foram coletados em grupos do CRAS da cidade, e foram analisados mediante estatística descritiva e medidas de tendência central. O estudo obedeceu aos aspectos éticos da Resolução 466/2012 (CNS). RESULTADOS. Os participantes possuem média de idade de 67,47 (+6,19) anos, com idade mínima de 59 e máxima de 86 anos. Encontrou-se maioria de sexo feminino (80%), casada (52%), com apenas o Ensino Fundamental (62,5%), renda de até 1 salário mínimo (77%), boa autopercepção de saúde (72,5%) e diagnóstico de hipertensão arterial (42,5%). Quanto aos aspectos emocionais evidencia-se os principais temores dos idosos, com destaque para os medos de ficar acamado sem desfrutar da vida, de sair sozinho, de quedas graves e da perda da memória. Dentre os aspectos positivos, destacam-se a valorização de si, não desistir facilmente das coisas e sentir que vale à pena viver. CONCLUSÃO. Os participantes apresentaram boa percepção de saúde e de bem-estar. A participação em grupos de convivência configura-se como estratégias positivas para a promoção da saúde e bem-estar dessa população.

DESCRITORES: Saúde do idoso; Bem-estar Subjetivo; Emoções Manifestas; Integração Comunitária; Assistência Social para idoso.