RISCOS DA AUTOMEDICAÇÃO: COMO A POLIFARMACIA PODE IMPACTAR A NOSSA SAÚDE?
RISCOS DA AUTOMEDICAÇÃO: COMO A POLIFARMACIA PODE IMPACTAR A NOSSA SAÚDE?
RISKS OF SELF-MEDICATION: How Can Polypharmacy Impact Our Health?
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10.56161/sci.ed.20241209c8
Clarice de Sousa Sena
Estudante de Farmácia da Associação de Ensino Superior do Piauí ? AESPI
Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0005-8083-7648
Juliana Martins Paz
Estudante de Farmácia da Associação de Ensino Superior do Piauí ? AESPI
Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0009-8479-1519
Marília lima leite
Estudante de Farmácia da Associação de Ensino Superior do Piauí ? AESPI
Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0004-3177-0603
Mylene Beatryz Duarte Gonçalves
Estudante de Farmácia da Associação de Ensino Superior do Piauí ? AESPI
Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0004-7344-7177
Yana Samara dos Santos Assunção
Estudante de Farmácia da Associação de Ensino Superior do Piauí ? AESPI
Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0009-7072-258X
Alexsander Frederick Viana Do Lago
Docente do curso de Farmácia da AESPI e Mestre em Biotecnologia dos Produtos Naturais
Orcid ID do autor https://orcid.org/0000-002-9516-9567
RESUMO
INTRODUÇÃO: Este artigo aborda os impactos da automedicação e da polifarmácia em pacientes com doenças crônicas, ressaltando os riscos de interações medicamentosas e a importância da orientação profissional para a prevenção de complicações. A automedicação, especialmente entre pacientes com múltiplas condições de saúde, pode agravar problemas existentes e criar novos, como reações adversas e resistência a medicamentos, aumentando o risco de complicações graves.MATERIAIS E MÉTODOS: Este estudo é uma revisão integrativa qualitativa, que tem como objetivo examinar os riscos da automedicação em pacientes com polifarmácia. Foram selecionados sete artigos relevantes, publicados entre 2019 e 2024, que discutem as interações medicamentosas e as consequências do uso inadequado de medicamentos. A análise foca nas implicações da automedicação em pacientes com doenças crônicas e a polifarmácia, em particular na população idosa, que é mais vulnerável a essas complicações.RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os resultados destacam que a automedicação em pacientes com polifarmácia, especialmente entre os idosos, está associada a sérios riscos, como reações adversas e dependência medicamentosa. Durante a pandemia de COVID-19, o aumento da automedicação foi impulsionado pelo medo, pela desinformação e pela dificuldade de acesso aos serviços de saúde, o que gerou riscos adicionais, como intoxicação e resistência a medicamentos. A revisão sublinha a importância do papel do farmacêutico na orientação sobre o uso racional de medicamentos e a necessidade de programas de educação em saúde para minimizar os danos relacionados à automedicação.CONSIDERAÇÕES FINAIS: A automedicação em pacientes com polifarmácia aumenta significativamente o risco de interações medicamentosas perigosas e toxicidade, exigindo acompanhamento profissional rigoroso. A implementação de estratégias de educação em saúde é essencial para garantir que os pacientes façam uso seguro e racional de medicamentos, prevenindo complicações e promovendo a saúde de forma eficaz.
PALAVRAS-CHAVE: Automedicação.,Polifarmácia.,Complicações.