ARTIGO
21
Abr
2024
PREVENÇÃO E MANEJO DA OSTEOPOROSE NA PÓS MENOPAUSA

PREVENÇÃO E MANEJO DA OSTEOPOROSE NA PÓS MENOPAUSA

PREVENÇÃO E MANEJO DA OSTEOPOROSE NA PÓS MENOPAUSA

PREVENÇÃO E MANEJO DA.pdf

10.56161/sci.ed.20240415c8

Isabela Moreira Bianchi

Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás

https://orcid.org/0009-0008-9210-1912

Ana Lívia Félix e Silva

Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás

https://orcid.org/0000-0002-7029-9277

Gabriella Cristina Rodrigues Lemos

Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás

https://orcid.org/0009-0008-5159-3869

Lara Julia Evangelista Mineiro

Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás

https://orcid.org/0000-0002-9703-6346

Marcos Vinícius Alves de Almeida

Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás

https://orcid.org/0009-0008-2436-6396

Érika Carvalho de Aquino

Instituto de Patologia Tropical de Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás

https://orcid.org/0000-0002-5659-0308


RESUMO

INTRODUÇÃO: A menopausa desencadeia mudanças hormonais significativas, particularmente a deficiência de estrogênio, que desempenha um papel crucial no metabolismo ósseo. OBJETIVO: Compreender a associação entre as alterações hormonais pós-menopausa e a patogênese da osteoporose, as abordagens terapêuticas mais utilizadas no tratamento e as melhores estratégias preventivas. METODOLOGIA: Os dados foram coletados na base de dados PubMed com os seguintes descritores: "osteoporosis"; "postmenopausa"; "management" e "prevention". A busca resultou em 32 artigos, dos quais 11 foram selecionados a partir dos critérios de serem artigos de revisão ou revisão sistemática, publicados nos últimos 10 anos no idioma inglês, disponíveis de forma gratuita e relacionados à temática proposta. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A deficiência de estrogênio após a menopausa compromete significativamente a saúde óssea, aumentando o risco de osteoporose e fraturas. O tratamento baseia-se, principalmente, em fármacos não-reabsorvíveis, incluindo bifosfonatos, moduladores seletivos do receptor de estrogênio (SERMs) e Terapia Hormonal da Menopausa (THM). Ressalta-se a importância de avaliar individualmente os benefícios e riscos desses tratamentos, considerando possíveis efeitos adversos, como fraturas femorais atípicas e osteonecrose da mandíbula. A abordagem personalizada é primordial para mulheres pós-menopausa, levando em consideração fatores de risco, histórico médico e saúde cardiovascular. Ademais, é essencial a ingestão adequada de cálcio e vitamina D, bem como disciplinas não farmacológicas, como mudanças no estilo de vida e exercícios físicos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Considerar a correlação entre a irregularidade de estrogênio pós-menopausa e a deterioração óssea auxilia na prevenção da osteoporose e de possíveis fraturas em mulheres. O conhecimento combinado a uma abordagem integrada e personalizada aprimoram tanto o tratamento, evitando efeitos adversos, quanto a prevenção.

PALAVRAS-CHAVE: osteoporose; perda óssea pós-menopausa; gerenciamento clínico.