ARTIGO
28
Ago
2024
PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM TEMPOS DE PANDEMIA

PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM TEMPOS DE PANDEMIA

PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM TEMPOS DE PANDEMIA

PREVALENCE OF ANXIETY IN UNIVERSITY STUDENTS IN TIMES OF PANDEMIC

PREVALÊNCIA DE ANSIEDADE EM ESTUDANTES.pdf

10.56161/sci.ed.202408267C9

Ana Carolina Dantas Rocha Cerqueira

Universidade Estadual da Paraíba

https://orcid.org/0000-0001-5782-3102

Katarina Antonino Queiroz

Hospital Geral de Serra Branca

https://orcid.org/0009-0004-8944-7331

Michelinne Oliveira Machado Dutra

Universidade Estadual da Paraíba

https://orcid.org/0000-0003-4066-8964

Rosilene Santos Baptista

Universidade Estadual da Paraíba

https://orcid.org/0000-0001-7400-7967

Carolina Pereira da Cunha Sousa

Universidade de Brasília

https://orcid.org/0000-0002-4457-6568

Edlene Régis Silva Pimentel

Universidade Federal de Campina Grande

https://orcid.org/0000-0003-0357-5825

Maria das Dores Fernandes Andrade

Hospital da Criança e do Adolescente de Campina Grande

https://orcid.org/0009-0001-8590-7175

Iana Mendes Viana

Hospital Municipal Dr. Edgley

https://orcid.org/0009-0009-0331-6389

Sandra dos Santos Sales

Centro Universitário Unifacisa

https://orcid.org/0000-0003-3561-0311

Matheus Figueiredo Nogueira

Universidade Federal de Campina Grande

https://orcid.org/0000-0002-5787-7861

RESUMO

Os transtornos ansiosos são os que mais comprometem os brasileiros, sendo a média de pessoas afetadas (9,3%) três vezes superior a nacional. Neste contexto, a população universitária desponta suscetibilidade devido as mudanças sociais, psicológicas, ambientais e acadêmicas que exigem adaptação a um novo papel. Soma-se a isto um aumento considerável da perturbação psicológica em tempos pandêmicos. OBJETIVO: Verificar a prevalência de ansiedade dos graduandos em tempos de pandemia e fatores associados. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa transversal e quantitativa realizada com 100 universitários. Os dados foram coletados em ambiente virtual online por meio da técnica Respondent Driven Sampling (RDS) durante o mês de setembro de 2021 após aprovação do Comitê de Ética, utilizando-se como instrumentos de coleta o Inventário de Ansiedade Beck (BAI) e um questionário de caracterização demográfica, socioeconômica, estudantil e relacionada a pratica de atividade física e sono. RESULTADOS: Dos estudantes avaliados, 25% possuíam ansiedade mínima, 22% leve, 23% moderada e 30% grave. Houve associação estatisticamente significante entre ter ansiedade grave e ser do sexo feminino (p = 0,038). Os sintomas ansiosos mais apontados como problema grave foram: nervoso (23%), medo que aconteça o pior (21%), medo de morrer (16%) e incapacidade de relaxar (14%). CONCLUSÃO: Foi elevada a prevalência de ansiedade grave na população estudada com considerável questão de gênero associada. Ressalta-se, pois, a importância de ofertar atendimento em saúde mental para esta população como forma de se promover melhor performance acadêmica, além de prevenir e auxiliar no tratamento da ansiedade, evitando a incidência de transtornos mais graves.

PALAVRAS-CHAVE: Ansiedade; estudantes; saúde mental; COVID-19