ARTIGO
05
Fev
2026
POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE FRENTE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE FRENTE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE FRENTE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

PUBLIC HEALTH AND ENVIRONMENT POLICIES IN THE FACE OF CLIMATE CHANGE

DOI: 10.56161/sci.ed.20260204C13

CAPÍTULO 13.pdf


Tamires Almeida Bezerra

Faculdade Líbano

https://orcid.org/0009-0000-5908-7647

Ângela Zenúbia Pereira de Araújo Morais

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB

https://orcid.org/0000-0002-3617-8359

Emanoela Therezinha Bessa Mendes

Universidade estadual do Ceará ? UECE

https://orcid.org/0000-0003-1455-1914

Juliana Teixeira Dutra

Universidade Federal do Espírito Santo -UFES

https://orcid.org/0000-0001-9341-5691

Mara de Jesus Costa da Silva

Universidade Federal do Piauí-UFPI

https://orcid.org/0009-0000-1613-7309

Robson Albano Simão

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB

https://orcid.org/0000-0002-5354-8462


RESUMO

As mudanças climáticas representam um dos maiores desafios contemporâneos à saúde pública e ao meio ambiente, gerando impactos diretos e indiretos sobre os sistemas de saúde e ampliando desigualdades sociais. Eventos extremos e a degradação ambiental intensificam riscos sanitários, especialmente entre populações vulneráveis, exigindo respostas sustentáveis e intersetoriais. OBJETIVO: Evidenciar como as políticas públicas de saúde e meio ambiente influenciam na mitigação dos impactos das mudanças climáticas nos indicadores de saúde da população. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de caráter descritivo, realizada em bases de dados nacionais e internacionais (LILACS, SciELO, PubMed e Scopus). A estratégia PICo foi utilizada para formulação da pergunta norteadora, e os descritores foram combinados por operadores booleanos. Foram incluídos artigos completos publicados entre 2021 e 2026, em português e inglês, resultando na seleção final de 14 estudos. RESULTADOS: Os estudos analisados evidenciaram que políticas públicas sustentáveis em saúde contribuem para a mitigação dos impactos das mudanças climáticas, fortalecendo a resiliência dos sistemas de saúde e reduzindo vulnerabilidades socioambientais. Destacou-se a importância da governança, da integração intersetorial e da incorporação da equidade como princípios estruturantes das políticas públicas. CONCLUSÃO: Conclui-se que o enfrentamento dos impactos climáticos sobre a saúde requer políticas públicas sustentáveis, baseadas em evidências científicas e orientadas pela justiça social. A articulação entre sustentabilidade, saúde pública e governança é essencial para promover sistemas de saúde mais resilientes, equitativos e preparados para os desafios ambientais contemporâneos.


PALAVRAS-CHAVE: Políticas Públicas, Mudanças Climáticas, Saúde Pública, Saúde Ambiental.