IMPACTO DO FARMACÊUTICO NA ADESÃO TERAPÊUTICA E MANEJO DE TOXICIDADE DE ANTINEOPLÁSICOS ORAIS: REVISÃO INTEGRATIVA
IMPACTO DO FARMACÊUTICO NA ADESÃO TERAPÊUTICA E MANEJO DE TOXICIDADE DE ANTINEOPLÁSICOS ORAIS: REVISÃO INTEGRATIVA
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10.56161/sci.ed.202512055C5
Isac Breno Rodrigues Cardeal
Associação de Ensino Superiordo Piauí - AESPI https://orcid.org/0009-0003-2272-1212
Matheus Miranda de Sousa
Associação de Ensino Superiordo Piauí - AESPI https://orcid.org/0009-0009-3909-1898
André Renato da Conceição Gomes
Associação de Ensino Superiordo Piauí- AESPI https://orcid.org/0009-0003-7865-3546
Ana Isabela Silva Sousa
Associação de Ensino Superiordo Piauí - AESPI https://orcid.org/0009-0008-5877-7150
Maria Aldenir Alves de Macedo
Associação de Ensino Superiordo Piauí -AESPI https://orcid.org/0009-0005-2657-4847
Jéssica Miliane de Sá
Associação de Ensino Superiordo Piauí - AESPI https://orcid.org/0009-0004-9980-4144
Aline Pereira da Silva Carvalhedo
Centro Universitário Unifacid Wyden https://orcid.org/0009-0007-7726-4636
Janaina Feitosa
Associação de Ensino Superiordo Piauí -AESPI https://orcid.org/0009-0004-8082-5930
Me. Andressa Amorim dos Santos
Mestre em Ciências Farmacêuticas - UFPI https://orcid.org/0000-0002-7676-3720
RESUMO
O tratamento oncológico oral domiciliar oferece autonomia ao paciente, contudo, introduz desafios significativos relacionados à segurança e à adesão terapêutica devido à ausência de supervisão direta, o que eleva os riscos de erros de administração e de manejo inadequado de toxicidades. Este estudo teve como objetivo analisar, via revisão integrativa, o impacto das intervenções farmacêuticas na adesão, na segurança e na gestão de toxicidades em pacientes que utilizam antineoplásicos orais. A metodologia consistiu em uma busca nas bases de dados LILACS, SciELO e PubMed por estudos publicados entre 2019 e 2024, utilizando os descritores Antineoplásicos, Administração Oral, Atenção Farmacêutica, Adesão à Medicação e Farmacêuticos, complementada pela análisedas resoluções do Conselho Federalde Farmácia. Os resultados evidenciaram que o esquecimento e a ocorrência de reações adversasconstituem os principais obstáculos ao tratamento. Adicionalmente, a polifarmácia e o uso de Medicamentos Potencialmente Inapropriados (MPI) destacaram-se como riscos críticos, especialmente na população idosa. Conclui-se que a atuação clínica, por meio de consultas, educação em saúde e reconciliação medicamentosa, é determinante para o manejo seguro de toxicidades e para garantir a eficácia terapêutica.
Palavras-chave: Farmácia Clínica; Oncologia; Antineoplásicos Orais; Adesão à Medicação; Cuidado Farmacêutico.