IMPACTO DAS INTERVENÇÕES DE SAÚDE PÚBLICA NA MORTALIDADE INFANTIL EM REGIÕES DE BAIXA RENDA
IMPACTO DAS INTERVENÇÕES DE SAÚDE PÚBLICA NA MORTALIDADE INFANTIL EM REGIÕES DE BAIXA RENDA
IMPACT OF PUBLIC HEALTH INTERVENTIONS ON INFANT MORTALITY IN LOW-INCOME REGIONS
IMPACTO DAS INTERVENÇÕES DE SAÚDE PÚBLICA NA MORTALIDADE INFANTIL EM REGIÕES DE BAIXA RENDA.pdf
10.56161/sci.ed.202406133C18
Pâmella Suyly Gomes Lopes
Psicóloga Esp. em Análise do Comportamento Aplicada e Mestrando em Educação pela Unicid
https://orcid.org/0009-0001-2831-3207
Aline Pereira Fróis
Enfermeira Esp. em Saúde Pública/Saúde da Família e Enfermagem do Trabalho e Educação a Distância pela FUNORTE
https://orcid.org/0009-0003-4430-9296
Rafael Barbosa de Morais
Bacharel em Serviço Social Esp. em Saúde da População em Situação de Rua https://orcid.org/0009-0008-5263-8520
Ana Paula Viana Lopes
Mestre em Ensino na Saúde pela Universidade Estadual do Ceará ? UECE
https://orcid.org/0009-0001-4231-2649
Valdileni Rodrigues Lima
Bacharel em Serviço Social pela Universidade Federal Do Pará - UFPA
https://orcid.org/0009-0002-1050-6921
Luanna Maura da Silva Araújo
Licenciada em Biologia pela Universidade Federal do Piauí
https://orcid.org/0009-0007-7969-3039
Gabriel Felipe Alcobaça Silva
Farmacêutico pela Christus Faculdade do Piauí - CHRISFAPI
https://orcid.org/0000-0002-9168-1109
Mateus Henrique Dias Guimarães
Mestrado em Saúde Pública pela Universidad Europea Del Atlántico
https://orcid.org/0009-0008-0206-0011
Valter Gabriel da Rocha da Silva
Mestre em Saúde Pública pela Unirio
https://orcid.org/0009-0009-2450-3407
Sillwe Capitulino Farias Costa
Fisioterapeuta Esp. em Fisioterapia Intensiva pela Faculdade Estácio de Sá do Rio Grande Do Norte e em Doenças Raras pela UNIESP
https://orcid.org/0009-0002-0913-1165
Este estudo analisa o impacto das intervenções de saúde pública na redução da mortalidade infantil em regiões de baixa renda, destacando ações preventivas, nutricionais e neonatais, além dos desafios estruturais no Brasil. Foi realizada uma revisão bibliográfica exploratória e descritiva com base em 12 estudos selecionados entre 52 identificados em bases científicas, utilizando critérios de relevância temática, qualidade metodológica e disponibilidade de dados empíricos. As intervenções analisadas, como campanhas de imunização, programas de suplementação nutricional e práticas de cuidado neonatal, incluindo o método mãe-canguru, demonstraram impacto significativo na redução das taxas de mortalidade infantil. Iniciativas educativas em escolas também se destacaram por promover mudanças comportamentais de longo prazo. No entanto, persistem desafios como a insuficiência de políticas para prevenir nascimentos pré-termo, a judicialização da saúde e o acesso desigual aos serviços básicos. Concluiu-se que as intervenções de saúde pública desempenham papel essencial na redução da mortalidade infantil, mas requerem maior integração, investimentos contínuos e estratégias que assegurem equidade e sustentabilidade a longo prazo.
PALAVRAS-CHAVE: Mortalidade infantil; Saúde pública; Regiões de baixa renda.
REFERÊNCIAS
ALECRIM, J. et al. Prevalência de obesidade infantil em uma escola pública da cidade de Ipatinga (MG). Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, v. 22, n. 1, 2018, p. 22-26.
AUGUSTO, Rosângela Aparecida. Avaliação da efetividade de programa governamental de distribuição de leite fortificado no crescimento de crianças de 6 a 24 meses. Revista Saúde Pública, v. 43, n. 4, 2009, p. 719-727.
CID, Maria Fernanda Barboza; GASPARINI, D. Ações de promoção à saúde mental infantojuvenil no contexto escolar: um estudo de revisão. Revista da Universidade de São Paulo, v. 13, n. 1, 2015, p. 97-114.
DANTAS, Newton José de Oliveira. Marketing de alimentos e obesidade infantil: diretrizes para regulamentação. Revista Jurídica da USP, v. 6, n. 3, 2015, p. 141-146.
FERNANDES, Tatiana Santos Pelegrini et al. Perfil de gestantes adolescentes em um hospital de referência na Baixada Santista. UNILUS Ensino e Pesquisa, v. 16, n. 43, 2019, p. 43-53.
LOPES, Luciano Motta Nunes et al. A judicialização indireta da saúde: um estudo de caso sobre a experiência de Cachoeiro de Itapemirim/ES. Revista Direito e Práxis, v. 8, n. 4, 2017, p. 285-320.
LUHM, Karin Regina; WALDMAN, E. A. Sistemas informatizados de registro de imunização: uma revisão com enfoque na saúde infantil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 18, n. 1, 2009, p. 65-78.
PORDEUS, Augediva Maria Jucá; FRAGA, M. Ações de prevenção dos acidentes e violências em crianças e adolescentes, desenvolvidas pelo setor público de saúde. Cadernos de Saúde Pública, v. 19, n. 4, 2003, p. 1049-1056.
RIBEIRO, Marizélia Rodrigues Costa et al. Nascimento pré-termo: problema de saúde pública sobre o qual muito se fala e pouco se pesquisa e se previne no Brasil. Revista de Políticas Públicas, v. 14, n. 4, 2011, p. 397-406.
SÁ, Daniel Graça Fatori de et al. Fatores de risco para problemas de saúde mental na infância/adolescência. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 26, n. 4, 2010, p. 643-652.
SOUZA, M.; OLIVEIRA, Camila Alves de; JUSTI, J. Percepção de puérperas sobre a atenção obstétrica oferecida pelo Sistema Único de Saúde. Revista Saúde em Debate, v. 6, n. 1, 2017, p. 12-29.
TENORIO, E. et al. Avaliação dos parâmetros fisiológicos em recém-nascidos pré-termos de baixo peso antes e após a aplicação do método mãe-canguru. Revista Brasileira de Neonatologia, v. 11, n. 1, 2017, p. 44-48.