HANSENÍASE: ASPECTOS CLÍNICOS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO NO BRASIL

HANSENÍASE: ASPECTOS CLÍNICOS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO NO BRASIL
10.56161sci.ed.202312288c17.pdf
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Pollianna Marys de Souza e Silva
Servidora Pública/Fisioterapeuta dos
Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte
https://orcid.org/0000-0002-1134-6264
Evany Caroline de Souza Cerqueira
Bacharel em Saúde e Graduanda em Enfermagem
Universidade Federal do Recôncavo Baiano
https://orcid.org/0009-0007-0154-2767
Larissa Cardoso Ribeiro
Graduanda de Fisioterapia
Universidade do Estado do Pará
https://orcid.org/0000-0002-1901-8038
Letícia Hanna Moura da Silva Gattas Graciolli
Graduanda em Medicina
Faculdade de Medicina de Jundiaí
https://orcid.org/0009-0008-2960-631X
Ana Carolina Aguirres Braga
Bacharela em Fisioterapia pela
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
https://orcid.org/0000-0002-2407-1642
RESUMO
A Hanseníase é uma doença infecciosa, contagiosa, de evolução crônica, causada pela bactéria Mycobacterium leprae. A Hanseníase apresenta-se como um problema de saúde pública no Brasil devido ao número de casos e ao seu potencial incapacitante, uma vez que ocasiona alterações na funcionalidade e comprometendo a qualidade de vida do indivíduo acometido. O presente estudo tem como objetivo analisar através da literatura os aspectos clínicos, diagnóstico e tratamento da doença no Brasil. Trata-se de uma revisão sistemática de literatura de natureza qualitativa, no qual foram realizadas buscas de artigos na modalidade dupla cega. Para elaboração da pergunta norteadora utilizou-se a estratégia PIco finalizando-a em: "Quais as informações disponíveis na literatura sobre o diagnóstico e tratamento da Hanseníase?". A inclusão de referências se deu através de publicações a partir do ano de 2022 em virtude da atualização do "Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase". Destaca-se o predomínio da doença no sexo feminino e entre aqueles que se declaram pardos, o teste ML Flow como ferramenta de rastreio precoce e a disparidade entre áreas rurais e urbanas na identificação da doença, a superioridade terapêutica de 24 doses de PQT em evitar recidivas entre os achados desse estudo. Somente conhecendo o panorama atual dessa patologia será possível eliminar a hanseníase do território brasileiro.
PALAVRAS-CHAVE: Hanseníase; Diagnóstico; Terapêutica.