FISIOTERAPIA NO PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO DE COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR (CIV) EM PEDIATRIA: REVISÃO SISTEMÁTICA
FISIOTERAPIA NO PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO DE COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR (CIV) EM PEDIATRIA: REVISÃO SISTEMÁTICA
FISIOTERAPIA NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO DE COMUNICAÇÃO.pdf
DOI: 10.56161/sci.ed.20231006c7
Ana Carolina Aguirres Braga
Pós-graduanda em Fisioterapia em Terapia Intensiva Neonatal e Pediátrica pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR)/ARTMED; Fisioterapeuta pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campo Grande, MS, Brasil
https://orcid.org/0000-0002-2407-1642
Wellyda Bruna Santana Nery
Cursando especialização em Neonatologia e Pediatria ? UNIPÊ.
https://orcid.org/0000-0000-0000-0000
Pollianna Marys de Souza e Silva
Especialista em Fisioterapia em Neonatologia e Pediatria - IMIP; Especialista em Análise de Situação de Saúde pelo Instituto de Saúde Pública e Patologia/Fundação Oswaldo Cruz; Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB; Fisioterapeuta/Servidora Pública dos Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
https://orcid.org/0000-0002-1134-6264
RESUMO
É notório o aumento no número de crianças que apresentam patologias relacionadas ao sistema cardíaco, entre elas as cardiopatias congênitas (CC), que são alterações estruturais graves. Na grande maioria dos casos torna-se necessária a abordagem cirúrgica. A Comunicação Interventricular (CIV) é a mais frequente das CC na infância, optando-se pela correção cirúrgica essencialmente nos casos gravemente sintomáticos. Devido ao grande aporte cirúrgico é essencial que haja cuidados mais abrangentes, sendo a fisioterapia uma importante aliada para a diminuição das complicações e do tempo de internação. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão sistemática da literatura sobre a atuação da fisioterapia no pré, peri e/ou pós-operatório em pacientes acometidos pela CIV. Para isso, foram utilizados os descritores "cardiopatia", "comunicação interventricular", "fisioterapia", "pediatria" e "pré e pós operatório" e "cirurgia cardíaca" utilizando quatro bases de dados, e uma busca em livros-textos. Os resultados foram descritos e divididos em 3 fases: fisioterapia no pré-operatório, mostrando a importância da avaliação e intervenção precoce diante das alterações respiratórias desencadeadas pelas cardiopatias congênitas; fisioterapia no período de pós-operatório imediato na UTI e no pós-operatório tardio na enfermaria. Foi concluído que a maioria dos estudos mostrou o crescimento da atuação fisioterapêutica nos grandes centros de unidades hospitalares especializados em cardiopatias. A relevância da fisioterapia em todas as fases cirúrgicas, bem como a efetividade das técnicas aplicadas, evitando ou revertendo as complicações e diminuindo as disfunções decorrentes do internamento prolongado. Foi percebido também a carência de mais estudos nessa área da atuação fisioterapêutica, principalmente no que diz respeito à comunicação interventricular.
PALAVRAS-CHAVE: Comunicação Interventricular (CIV); Fisioterapia no pré e pós-operatório; Pediatria.