ESPINHA BÍFIDA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS RECÉM-NASCIDOS NO ESTADO DA PARAÍBA NOS ANOS DE 2015-2022

ESPINHA BÍFIDA PERFIL.pdf


DOI: 10.56161/sci.ed.20231005c6

Ana Carolina Aguirres Braga

Fisioterapeuta pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS.

https://orcid.org/0000-0002-2407-1642

Maria Luiza da Silva Simões

Especialista em Neonatologia e Pediatria ? UNIPÊ.

https://orcid.org/0000-0003-1092-5296

Viviane Maria Patrício de Lucena Oliveira

Especialista em Neonatologia e Pediatria ? UNIPÊ.

https://orcid.org/0000-0003-1275-9957

Fabiana Veloso Lima

Mestre em Saúde da Família/UFPB; Enfermeira/Servidora Pública dos Municípios de João Pessoa e Recife.

https://orcid.org/0000-0001-9177-5466

Pollianna Marys de Souza e Silva

Especialista em Fisioterapia em Neonatologia e Pediatria - IMIP; Especialista em Análise de Situação de Saúde pelo Instituto de Saúde Pública e Patologia/Fundação Oswaldo Cruz; Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB; Fisioterapeuta/Servidora Pública dos Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

https://orcid.org/0000-0002-1134-6264


RESUMO

Dentre os defeitos de fechamento do tubo neural a Espinha Bífida (EB) é o tipo de patologia que ocorre com maior frequência. O objetivo deste estudo é avaliar o perfil epidemiológico dos recém-nascidos com Espinha Bífida no Estado da Paraíba, Brasil, nos anos de 2015 a 2022. A pesquisa caracteriza-se como epidemiológica, documental, descritiva e retrospectiva, com uso de dados primários obtidos por meio de consulta da base de dados do Repositório Institucional do Estado da Paraíba, alimentado por informações oriundas do Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC). O estudo mostrou que esse tipo de malformação congênita ocorreu mais comumente no sexo feminino, com pontuação de APGAR boa e peso adequado e que após o ano de 2016 houve um decréscimo no número de nascidos vivos com espinha bífida, seguido de um aumento após 2021. O levantamento de novos dados e discussões a respeito dos fatores que favorecem o surgimento da EB, colabora com o planejamento de ações de prevenção e ações de orientação em saúde que são fundamentais para assegurar um pré-natal bem assistido, além de contribuir para a organização e qualidade da rede assistencial; reduzindo cada vez mais a ocorrência dessa patologia e dos índices de morbimortalidade.

PALAVRAS-CHAVE: Epidemiologia descritiva; Nascidos vivos; Espinha bífida.