ESCLEROSE MÚLTIPLA: DA PATOGÊNESE À TERAPIA
ESCLEROSE MÚLTIPLA: DA PATOGÊNESE À TERAPIA
MULTIPLE SCLEROSIS: FROM PATHOGENESIS TO THERAPY
ESCLEROSE MÚLTIPLA DA PATOGÊNESE À TERAPIA.pdf
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10.56161/sci.ed.202410288C5
Daniel Passos Aquino dos Santos
Afya Faculdade de Ciências Médicas Itabuna
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0004-4362-3280)
Victor Santana Velloso
Afya Faculdade de Ciências Médicas Itabuna
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0004-9418-8282)
Mariane Santos Silva
Afya Faculdade de Ciências Médicas Itabuna
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0002-8361-6646)
Tainah Rocha Maia Silveira
Afya Faculdade de Ciências Médicas Itabuna
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0002-8503-4068)
Larissa Neiva Lira
Afya Faculdade de Ciências Médicas
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0004-4936-8348)
Larissa Beatriz Soares de Sá Mota
Afya Faculdade de Ciências Médicas Itabuna
Orcid ID do autor ( https://orcid.org/0009-0002-1689-5956 )
Maria Luiza Silva Terrin Amante
Afya Faculdade de Ciências Médicas
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0009-0009-6369-0639)
Herbert Pina Silva Freire
Afya Faculdade de Ciências Médicas
Orcid ID do autor (https://orcid.org/0000-0002-9203-5942)
RESUMO
OBJETIVO: O presente estudo busca oferecer uma análise abrangente e aprofundada dos aspectos clínicos, fisiopatológicos, diagnósticos e terapêuticos da Esclerose Múltipla (EM), apresentando as novas descobertas e inovações de tratamento. METODOLOGIA: revisão narrativa de literatura, com a reunião de informações atualizadas e relevantes sobre esclerose múltipla, com ênfase na sua epidemiologia, fatores genéticos, fisiopatologia, manifestações clínicas, diagnósticos diferenciais e tratamento. RESULTADOS/DISCUSSÃO: A EM é uma doença autoimune que afeta afeta o sistema nervoso central, caracterizada por desmielinização e neurodegeneração progressiva, predominantemente mulheres, envolvendo um processo de inflamação mediada por citocinas pró-inflamatórias. No início do curso da EM, a remielinização parcial pode ocorrer devido à capacidade residual dos oligodendrócitos de reparar a mielina danificada. Contudo, com o passar do tempo, essa capacidade de reparo se torna insuficiente, e a degeneração axonal torna-se uma característica central da doença, contribuindo para a incapacidade neurológica progressiva. O diagnóstico é baseado em critérios clínicos e exames de imagem, sendo a ressonância magnética uma ferramenta crucial. O tratamento mostrou-se eficaz na redução de surtos e da progressão da doença, com destaque para imunomoduladores e terapias biológicas. Intervenções multidisciplinares também demonstraram impacto positivo na qualidade de vida dos pacientes. CONCLUSÃO: A Esclerose Múltipla é uma doença autoimune que afeta predominantemente mulheres e está associada a fatores genéticos e ambientais, como a exposição à luz solar. O diagnóstico é realizado com base em avaliações clínicas e exames de imagem, enquanto o tratamento foca no controle da inflamação e na desaceleração da progressão da doença, por meio do uso de imunomoduladores e terapias biológicas.
PALAVRAS-CHAVE: Esclerose Múltipla; Epidemiologia; Fisiopatologia; Diagnóstico; Terapêutica.