ARTIGO
22
Abr
2024
EFEITOS ASSOCIADOS À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E À PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM IDOSOS

EFEITOS ASSOCIADOS À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E À PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM IDOSOS

EFEITOS ASSOCIADOS À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E À PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM IDOSOS

EFEITOS ASSOCIADOS À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA E À PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES EM IDOSOS.pdf

10.56161/sci.ed.202404166c31

Vinícius dos Santos Dourado

Universidade Federal de Goiás

Orcid ID do autor: https://orcid.org/0009-0004-9873-2775

Vitor Bastos Mesquita

Universidade Federal de Goiás

Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0008-6093-0804

Pedro Eduardo da Costa Galvão

Universidade Federal de Goiás

Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0007-1779-837X

Lucas Henrique Melo Guimarães

Universidade Federal de Goiás

Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0006-8457-1119

Railson Cipriano Regis

Universidade Federal de Goiás

Orcid ID do autor https://orcid.org/0009-0009-5593-9182

Érika Carvalho de Aquino

Universidade Federal de Goiás

Orcid ID do autor: https://orcid.org/0000-0002-5659-0308


RESUMO

O envelhecimento populacional tem gerado crescente preocupação devido aos desafios associados às doenças cardiovasculares (DCV) em idosos. Este estudo visa analisar os benefícios da atividade física na prevenção dessas doenças, por meio de uma revisão bibliográfica qualitativa. A metodologia adotada compreendeu uma análise sistemática de artigos publicados nos últimos cinco anos em bases de dados como o MEDLINE. Dentre os fatores de risco modificáveis para DCV em idosos identificados estão a obesidade, diabetes, hipertensão e inatividade física. Além disso, a prática regular de exercícios demonstrou impacto positivo na melhora dos parâmetros cardiovasculares, controle glicêmico e redução do risco de mortalidade. Recomenda-se a realização de atividades moderadas por pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana, com treinamento de força adicional para fortalecer a musculatura e prevenir quedas. A atividade física também mostrou-se benéfica para o controle glicêmico e redução da pressão arterial em idosos. Destaca-se a importância da implementação de políticas públicas que incentivem a atividade física entre os idosos para enfrentar o desafio das DCV e promover um envelhecimento saudável. Em resumo, este estudo ressalta a atividade física como uma intervenção eficaz na prevenção e controle das DCV em idosos, quando integrada a um estilo de vida saudável e supervisionada por profissionais de saúde qualificados.

PALAVRAS-CHAVE: "Exercício Físico"; "Prevenção de Doenças"; "Doenças Cardiovasculares".