ARTIGO
11
Jul
2024

DOR GÊNITO PÉLVICA NA POPULAÇÃO FEMININA: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS E FATORES DE RISCO ASSOCIADOS

DOR GÊNITO PÉLVICA NA POPULAÇÃO FEMININA: DADOS EPIDEMIOLÓGICOS E FATORES DE RISCO ASSOCIADOS

DOR GÊNITO PÉLVICA NA POPULAÇÃO FEMININA.pdf

10.56161/sci.ed.20240702C3

ANA LUIZA DAS CHAGAS NOGUEIRA

Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, luizannogueira03@gmail.com

BRUNA KELLY ALVES GOMES

Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, bruna.gomes@aluno.uepb.edu.br

RAÍSSA DE OLIVEIRA LICARIÃO

Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, raissa.licariao@aluno.uepb.edu.br

MARIA JEOVANNA OLIVEIRA SOARES

Graduanda em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB,

maria.jeovanna@aluno.uepb.edu.br

RAFAEL ENRIQUE MARINHO NEVES BEZERRA

Graduando em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB,

rafael.neves@aluno.uepb.edu.br

LAYS ANORINA BARBOSA DE CARVALHO

Especialista em Fisioterapia Pélvica, Docente,

laysanorina@gmail.com

DANILO DE ALMEIDA VASCONCELOS

Docente em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB,

danilovasconcelos@servidor.uepb.edu.br

ISABELLE EUNICE DE ALBUQUERQUE PONTES

Docente em Fisioterapia pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB,

isabellealbuquerque@servidor.uepb.edu.br

Resumo: A dor gênito-pélvica (DGPP) representa uma disfunção que enquadra a dispareunia, vaginismo e vulvodínia. Esse transtorno refere a sensação de dor em diversos locais, sendo proveniente de distúrbios musculoesqueléticos e miofasciais. Objetivo: realizar o levantamento da prevalência da DGPP em mulheres e os fatores de risco associados. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa de estudos de prevalência encontrados nas bases de dados Pubmed, Scielo, Lilacs, PEDro, nos idiomas inglês e português, considerando artigos publicados de 2014 a 2024. Resultados: Foram encontrados 260 artigos, após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, sendo selecionados 16 estudos de prevalência. A amostra total foi de 69.440 mulheres, com idade entre 14 e 85. Foi possível observar que uma grande parcela da população feminina apresenta alterações em seu assoalho pélvico, existindo em média uma prevalência geral dos estudos observados entre 30% e 75% com dispareunia e vaginismo. Discussão: A pré-existência de outras patologias de origem ginecológica ou desordens na biomecânica pélvica podem desencadear disfunções sexuais. É válido perceber a importância da realização do estudo epidemiológico para melhor entendimento das repercussões da DGPP Considerações Finais: trata-se de uma condição que assola a saúde sexual das mulheres do mundo e também do Brasil, sendo uma disfunção sexual presente na atualidade feminina, esse transtorno atrapalha a qualidade de vida. Desse modo, percebe-se que são necessários mais estudos epidemiológicos, que abordem a dimensão da problemática.

Palavras-chave: Prevalência; Dor pélvica; Saúde sexual.