DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E SAZONALIDADE DA MALÁRIA EM TERRITÓRIOS INDÍGENAS DO BRASIL
DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E SAZONALIDADE DA MALÁRIA EM TERRITÓRIOS INDÍGENAS DO BRASIL
10.56161sci.ed.202312288c14.pdf
Wuelison Lelis de Oliveira
Universidade Federal de Rondônia? UNIR
Orcid: https://orcid.org/0000-0001-8596-4586
Pâmella Polastry Braga Amaral
Instituição de Ensino Superior de Cacoal ? FANORTE
Orcid: https://orcid.org/0000-0001-9429-5716
Robert Dos Santos Bergamini
Hospital Regional de Cacoal - HRC
Orcid: https://orcid.org/0009-0002-3527-3570
Janaina Silva Andrade De Oliveira
Instituição de Ensino Superior de Cacoal ? FANORTE
Orcid: https://orcid.org/0000-0002-5324-0943
Samira Sbardelatti Regis Pereira
Instituição de Ensino Superior de Cacoal ? FANORTE
Orcid: https://orcid.org/0009-0009-6492-9867
Patrícia Batista Da Silva
Faculdade de Educação de Jaru- FIMCA ? UNICENTRO
Orcid: https://orcid.org/0000-0003-3685-9864
Talita Kesly Ferreira De Souza Mendes
Centro Universitário Maurício de Nassau ? UNINASSAU
Orcid: https://orcid.org/0009-0000-0809-4441
Thainara Bento Deziderio
Centro Universitário Maurício de Nassau ? UNINASSAU
Orcid: https://orcid.org/0009-0005-8312-933X
Rayane Alves De Souza
Centro Universitário Maurício de Nassau ? UNINASSAU
Orcid: https://orcid.org/0009-0000-0272-5345
Laís Rayane Soares De Freitas
Centro Universitário Maurício de Nassau ? UNINASSAU
Orcid: https://orcid.org/0009-0003-5553-8406
RESUMO
A malária é uma doença infectoparasitária, transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles, provocada por protozoários pertencentes ao gênero Plasmodium, geralmente, sua ocorrência está associada a fatores climáticos, socioeconômicos e político-organizacionais. Este estudo analisou a distribuição e a sazonalidade na malária nos povos indígenas do Brasil.Trata-se de um estudo analítico, retrospectivo, descritivo, com abordagem quantitativa, realizado a partir das notificações no SIVEP-Malária. Foram notificados cerca de 501.695 casos de malária na população indígena do Brasil, sendo que 416.946 (83,10%) dos casos do tipo "não" falciparum e 84.749 (16,19%) do tipo falciparum e mista, houve maior ocorrência da infecção em indivíduos do sexo masculino em todos os DSEIs analisados. Observou-se maior prevalência da doença em indivíduos na faixa etária entre 0-9 anos. Foi perecível que os meses de maio e junho foram os mais propícios para ocorrência da infecção. Foi perceptível que o controle da malária nas comunidades indígenas representa um desafio complexo. Fatores socioeconômicos, culturais, ambientais, ecológicos, biológicos e logísticos relacionados a essa população influenciam diretamente na efetividade das estratégias de controle e prevenção. Isso ressalta a importância de direcionar recursos para pesquisas que busquem soluções práticas e viáveis para enfrentar esses desafios.
PALAVRAS-CHAVE: Malária; Epidemiologia; Saúde de Populações Indígenas.