ARTIGO
27
Ago
2024
ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PUERPÉRIO E GRAVIDEZ DE ALTO RISCO NA AMAZÔNIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PUERPÉRIO E GRAVIDEZ DE ALTO RISCO NA AMAZÔNIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PUERPÉRIO E GRAVIDEZ DE ALTO RISCO NA AMAZÔNIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

PHYSIOTHERAPEUTIC ACTIVITY IN THE PUERPERIUM AND HIGH-RISK PREGNANCY IN THE AMAZON: AN EXPERIENCE REPORT

ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NO PUERPÉRIO E.pdf

Desenho de um círculo Descrição gerada automaticamente com confiança média

10.56161/sci.ed.20240815c7

Maria Clara Monteiro da Silva

Universidade Federal do Pará (UFPA)

https://orcid.org/0009-0007-2903-6460

Josiane Valéria Ribeiro Ferreira

Universidade Federal do Pará (UFPA)

https://orcid.org/0000-0002-7842-7202

Isabela Rodrigues da Silva

Universidade Federal do Pará (UFPA)

https://orcid.org/0009-0003-3354-1874

Roberto de Sena Rodrigues Júnior

Universidade Federal do Pará (UFPA)

https://orcid.org/0000-0002-3212-4572

RESUMO

INTRODUÇÃO: A fisioterapia desempenha um papel crucial na gestação de alto risco, avaliando e monitorando as mudanças físicas para garantir o bem-estar da parturiente e do bebê. Também atua no pós-parto, prevenindo alterações como a Incontinência Urinária (IU). O objetivo deste relato é descrever 5 semanas de atendimento fisioterapêutico em mulheres com gravidez de risco e em puérperas, em um hospital público no nordeste da Amazônia. MATERIAIS E MÉTODOS: Relato de experiência desenvolvido a partir de atendimento fisioterapêutico do estágio supervisionado na Santa Casa do Pará, referente práticas no puerpério imediato e em gravidez de alto risco. RESULTADOS: Na leitura de prontuários foram destacados o uso do misoprostol para indução do parto, pacientes com síndromes específicas gestacionais (SHEG) e o alto quantitativo de pacientes menores de idades. Foi aplicada ficha de avaliação para parturientes, que abordava queixas atuais, observação das mamas, formato, coloração dos mamilos e fissuras, edemas, varizes, rubor e sinais tromboembólicos. Na avaliação das puérperas, analisava-se a involução uterina, diástase abdominal, timpanismo abdominal, evacuação espontânea e lóquios sanguíneos. Em seguida era realizado o diagnóstico fisioterapêutico e as condutas. As intervenções para puérperas englobavam orientações sobre melhores hábitos de vida, além de caminhadas e treinamento da musculatura do assoalho pélvico. Também foi aplicada uma cartilha para melhor ativação do Assoalho Pélvico (AP) em casa. Para as gestantes, orientações sobre os movimentos durante o parto, exercícios respiratórios, relaxamento do AP e contração abdominal, além de terapia manual, alongamento, técnicas de respiração e cinesioterapia quando havia queixas álgicas. CONCLUSÃO: A intervenção fisioterapêutica realizada incluiu exercícios para o assoalho pélvico, exercícios respiratórios e orientações para o parto e pós-parto, melhorando a independência funcional das gestantes e puérperas. Para os discentes, a experiência foi fundamental para o desenvolvimento profissional, oferecendo conhecimento prático em diversas técnicas e prática humanizada no pré e pós-parto.

PALAVRAS-CHAVE: Fisioterapia; Saúde da Mulher; Gravidez de Alto Risco; Período Pós-Parto.