ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL A NEUROMIELITE ÓPTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL A NEUROMIELITE ÓPTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
ASSISTÊNCIA MULTIPROFISSIONAL.pdf
10.56161/sci.ed.20240221c10
Daiane Brito Ribeiro
Universidade Federal da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0987-3874
Brunna Santos Oliveira
Universidade Federal da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2221-6625
Alana de Carvalho Silva
Universidade Federal da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-3195-6174
Adrieli Andrade Santos
Universidade Federal da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0001-8175-7459
Ana Clara Cunha Soares Silva
Universidade Federal da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-2886-7066
Jéssica Nayara da Silva Prado
Universidade do Estado da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0001-5648-5682
Ian Reis batista
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0009-0001-0104-2574
Thais Azevedo Reis
Universidade Federal da Bahia, Brasil
ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9929-5763
RESUMO
A neuromielite óptica (NMO), também conhecida como doença de Devic, é considerada uma patologia rara de etiologia não definida, caracterizada por ser uma doença inflamatória e autoimune que atinge o nervo óptico e a medula espinhal. Dessa maneira, objetiva-se relatar a experiência vivenciada por uma equipe de residentes no cuidado a uma paciente com neuromielite óptica. Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo, cujo intuito é descrever aspectos vivenciados por equipe de residentes, constituída por duas enfermeiras, uma farmacêutica, uma psicóloga e uma nutricionista, responsáveis pelo cuidado multiprofissional a uma paciente diagnosticada com neuromielite óptica. O relato em questão aconteceu com uma equipe de residentes, atuantes em um hospital no sudoeste baiano, no mês de junho de 2022. Durante o período em que aconteceu o acompanhamento, foram realizadas algumas intervenções pela equipe tais como discutir com o médico responsável sobre os medicamentos relacionados às suas doenças prévias, os quais a paciente não fazia uso durante a internação. Por se tratar de uma paciente com alto risco cardiovascular, foram solicitados novos exames laboratoriais para verificar seu perfil lipídico. Ainda no mês de Junho de 2022 a paciente recebeu alta hospitalar, com orientações para a continuidade do tratamento via ambulatorial, com retorno uma vez por mês, durante seis meses, para realizar pulsoterapia com ciclofosfamida. O caso relatado, apresenta-se em uma fase mais avançada da vida da paciente com sintomas bem clássicos da NMO. A literatura ainda é muito restrita sobre a temática, o que dificulta a prática clínica baseada em evidências científicas.
PALAVRAS-CHAVE: Equipe Multiprofissional; Doenças Raras; Neuromielite Óptica; Doença de Devic.