ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DOS CASOS DE AIDS NAS CAPITAIS DO NORDESTE BRASILEIRO NOS ANOS DE 2012 A 2022
ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DOS CASOS DE AIDS NAS CAPITAIS DO NORDESTE BRASILEIRO NOS ANOS DE 2012 A 2022
10.56161sci.ed.202312288c7.pdf
Suyanne Victória Pereira Fonsêca
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Unifacid
https://orcid.org/0000-0002-2468-1213
Gabriel Leite Pinheiro Barros
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Unifacid
https://orcid.org/0000-0002-7783-8747
Larissa Montoril Mendes Dantas
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Unifacid
https://orcid.org/0000-0002-5475-8648
Sara Cristina Saraiva Batista Diniz
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Unifacid
https://orcid.org/0000-0003-1040-0385
Lucas Montoril Mendes Dantas
Acadêmico do curso de Medicina da Universidade Unifacid
https://orcid.org/0009-0006-7093-7474
Maria Júlia Soares Martins Vieira
Acadêmica do curso de Medicina da Universidade Unifacid
https://orcid.org/0009-0002-6040-1407
Klégea Maria Câncio Ramos Cantinho
Docente de Medicina - UniFacid
https://orcid.org/0000-0002-1685-5658
RESUMO
OBJETIVO: Analisar o perfil epidemiológico dos casos de AIDS nas capitais do nordeste brasileiro nos anos de 2012 a 2022. MÉTODO: Trata-se de um estudo epidemiológico transversal, descritivo e retrospectivo com análise quantitativa. As variáveis selecionadas foram sexo, municípios de infecção, raça/etnia, faixa etária e ano de notificação, escolaridade, cujos dados foram colhidos por meio do Sistema de Informação em Saúde DATASUS. RESULTADOS: a capital de Recife apresentou o maior número de casos desde 2012. A raça parda teve o maior número de casos, isso se deve ao fato de ser a etnia predominante no Brasil. O sexo masculino apresentou um maior número de infectados em relação ao sexo feminino. Em relação à faixa etária, a idade mais acometida foi de pessoas entre 40 e 49 anos. CONCLUSÃO: a AIDS apresentou diminuição de notificações nos últimos anos, o que indica um avanço da medicina em relação ao tratamento da doença ou uma subnotificação. Assim, evidencia-se a necessidade da manutenção e da criação de políticas públicas visando a melhoria do cenário nordestino dessa doença.
PALAVRAS-CHAVE: Infecções; Doença; Terapêutica.