ARTIGO
07
Abr
2025

A PRÁTICA DO ENFERMEIRO NA INSERÇÃO E MANUTENÇÃO DO PICC EM PEDIATRIA: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS ASSISTENCIAIS

A PRÁTICA DO ENFERMEIRO NA INSERÇÃO E MANUTENÇÃO DO PICC EM PEDIATRIA: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS ASSISTENCIAIS

THE NURSE'S PRACTICE IN THE INSERTION AND MAINTENANCE OF PICC IN PEDIATRICS: CHALLENGES AND CARE STRATEGIES

A PRÁTICA DO ENFERMEIRO NA INSERÇÃO E MANUTENÇÃO DO PICC EM PEDIATRIA.pdf

Desenho de um círculo Descrição gerada automaticamente com confiança média

10.56161/sci.ed.20250217C26

TALISON LEONARDO DOS SANTOS

Graduação em enfermagem - Universidade Paulista ? UNIP.

PROFª. MSC. ANDREARA DE ALMEIDA E SILVA

Mestrado em Ciências (Conceito CAPES 6). Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo


RESUMO

Introdução: O Cateter Central de Inserção Periférica (PICC) é amplamente utilizado em pediatria devido à sua eficiência em proporcionar acesso venoso prolongado com menor desconforto ao paciente. Esse dispositivo é uma alternativa segura e eficaz para crianças que necessitam de terapias intravenosas complexas. Objetivo: analisar a atuação do enfermeiro na inserção e manutenção do PICC em pediatria, destacando os desafios enfrentados e as estratégias assistenciais utilizadas. Metodologia: consistiu em uma revisão integrativa da literatura, abrangendo publicações de 2020 a 2024 em bases como LILACS, SciELO e PubMed. Foram selecionados 12 artigos que atendiam aos critérios de inclusão, proporcionando uma visão abrangente sobre o tema. Resultados: foram organizados em quatro categorias principais: indicação e inserção do PICC, manutenção da permeabilidade, monitorização para prevenção de infecções e retirada do cateter. Observou-se que, embora os enfermeiros possuam conhecimento teórico sobre o manuseio do PICC, práticas inadequadas ainda são frequentes, indicando a necessidade de maior capacitação e treinamento. Além disso, a adesão a protocolos baseados em evidências foi identificada como essencial para minimizar complicações, como infecções e deslocamentos do dispositivo. Conclusão: a inserção e manutenção do PICC em pediatria exigem do enfermeiro competências técnicas e científicas específicas, além de sensibilidade para lidar com as particularidades da faixa etária. O estudo reforça a importância de investir em programas de capacitação contínua, infraestrutura adequada e suporte institucional para garantir uma assistência segura e eficaz. Dessa forma, a prática do PICC em pediatria pode ser aprimorada, assegurando melhores desfechos clínicos e maior qualidade no cuidado oferecido às crianças.

Palavras-chave: Assistência, Cateterismo Periférico, Enfermagem, Pediatria, PICC.